Doralice quer saber de onde saiu a bala que atingiu sua filha de 13 anos durante um tiroteio numa tentativa de assalto a um banco na 7a. maior cidade do planeta e a mais populosa do Hemisfério Sul, São Paulo. Outras Doralices, Doras e Alices também querem. E sabem.
Procuro entender os acontecimentos como sendo simplesmente o destino. De um amigo paraquedista ouvi que não tinha medo de morrer num salto. Para ele o perigo é constante e podemos morrer dormindo, caindo da cama.
Priscila não tem uma vida reserva.
0 Respostas para “dona Dora”